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abril 28, 2006

It’s friday again… E eu passei a semana toda com essa música na cabeça…

I don’t care if Monday’s blue
Tuesday’s grey and Wednesday too
Thursday I don’t care about you
It’s Friday I’m in love

Monday you can fall apart
Tuesday Wednesday break my heart
Thursday doesn’t even start
It’s Friday I’m in love
Saturday wait and Sunday always comes too late
But Friday never hesitate…

I don’t care if Mondays black
Tuesday Wednesday heart attack
Thursday never looking back
It’s Friday I’m in love

Monday you can hold your head
Tuesday Wednesday stay in bed
Or Thursday watch the walls instead
It’s Friday I’m in love
Saturday wait and Sunday always comes too late
But Friday never hesitate…

Dressed up to the eyes
It’s a wonderful surprise
To see your shoes and your spirits rise
Throwing out your frown
And just smiling at the sound
And as sleek as a shriek
Spinning round and round
Always take a big bite
It’s such a gorgeous sight
To see you eat in the middle of the night
You can never get enough
Enough of this stuff
It’s Friday I’m in love
(The Cure)


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abril 28, 2006

Num panfleto do Carrer Success Services

Success

“To laugh often and much;
to win the respect of intelligent people
and the affection of children;
to earn the appreciation of honest
critcs and endure the betrayal
of false friends;
to appreciate beauty;
to find the best in others;
to leave the world
a bit better, whether
by a healthy child.
a garden patch or
a redeemed social condition;
to have played with enthusiasm
and sung with exultation;
to know even one life has breathed
easier because you have lived.
This is to have succeeded.”
Ralph Waldo Emerson


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abril 27, 2006
Orkut’s new “profile views” feature

Eu até evitei esse post por uns dias, mas não dá pra ignorar a realidade. Esse novo “profile views” do Orkut já está gerando polêmica no stalker’s world. O fato é que está mais difícil ser um orkut stalker (leia-se xereta!).
Essa nova feature (característica? função?) do Orkut permite que você saiba quem foram as últimas 5 pessoas que visitaram seu perfil. Eu até já tentei entender qual é o sentido dessa função, mas não tem nenhum, primeiro por que você só vê as últimas 5 pessoas que visitaram seu perfil e segundo que você pode desativar a função pra continuar vendo perfis anonimamente (apesar de todo mundo estar entendendo que você apenas deixa de ver quem visitou seu perfil).

O pior é que eu não consigo decidir se desativo ou não a bendita da função! Apesar de agora pensar duas vezes antes de xeretar o perfil de alguém, eu estou gostando de saber quem está xeretando o meu!
Eu consigo pensar em vários motivos pelos quais eu não quero que os outros saibam que eu andei xeretando seus perfis. Um deles é que muitas vezes eu só quero dar uma olhadinha nas fotos ou saber o que está rolando na vida da pessoa. Não quero ter a obrigação de deixar um recadinho ou dar nenhuma satisfação. “Olha aqui meu amigo, o perfil é público e eu tenho o direito de xeretar!”. Mas mesmo assim é chato você ir lá na página daquele seu amigo que faz tempo que não vê e não deixa nenhum “oi”. O que o cara vai pensar de você? Que você é uma pessoa fria e indiferente ou será que ele vai se identificar com sua timidez e entender que você só foi lá dar uma xeretadinha básica?
Também tem aquela xeretada que você dá no perfil do desconhecido, sei lá, alguém que você viu no perfil de outrem e gostou da foto. Ou de alguém que deu uma resposta interessante numa comunidade e você decidiu saber mais daquela pessoa. Mas agora seu nome pode ficar lá na lista dos visitantes, com todo o seu perfil escancarado… Ah e isso se você for umas das últimas 5 heim? Não seria mais eficiente fazer-se a lista de TODOS os visitantes daquele dia? E ainda você só vai saber no outro dia! Ou seja, nada de ficar sabendo quem acabou de visitar seu perfil…
E não vou nem falar no círculo vicioso que isso cria: eu visito seu perfil, você vê meu nome lá e visita o meu e daí vai… Já aconteceu comigo viu?
Uma solução poderia ser acordar bem cedo no dia e xeretar logo aquele perfil proibido (amigo, inimigo, ex-namorado, amor platônico…) e torcer pra mais seis pessoas visitarem aquele perfil durante o dia!
Outra solução apresentada na minha querida comunidade “orkut stalkers” é criar um perfil fictício, uhu! Isso sim seria emocionante! Mas pra criar o tal “bogus profile” você além de precisar de uma conta de email que também seja fictícia, ou que pelo menos não tenha o seu nome; também vai precisar de um convite, e não vale mandar convite pra si mesmo porque daí o perfil falso pode ser ligado à você. Já tem gente lá na comunidade se oferecendo pra convidar quem estiver precisando. Gênios do mal…
O pior de tudo são aqueles que acham melhor assim, que preferem mesmo saber quem andou lá pelo perfil deles… Almas puras que ainda não se corromperam aos prazeres da xeretagem…
Ah! Vou aproveitar o ensejo pra criticar também a nova mania de ler e apagar todos os recadinhos no Orkut. Ah qualé? Isso também torna a vida do stalker bem mais difícil… Apesar de eu também estar aderindo à este modismo, eu bem que preferiria que todo mundo estivesse mantendo os seus… Vai entender!
Bem, enquanto não decido se desativo ou não a tal da função e me abstenho que visitar os tais perfis proibidos (vamos ver até quando eu aguento…) aguardo aqui os comentários quanto às suas experiências.

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abril 27, 2006

O que fazer?
Quando se olha no espelho e não se gosta do que vê?


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abril 26, 2006

Growing up…

É engraçado ver todo mundo da minha geração crescendo, casando e tendo filhos. No fundo eu me sinto a mesma menina, e apesar de me recusar a crescer eu cada dia assumo novos compromissos e obrigações que me colocam nesse mundo adulto que sempre me pareceu tão distante.
Claro que tudo é uma questão de ponto de vista, pra quem é mais novo, ou até da minha mesma idade, eu posso parecer uma adulta cheia de responsabilidades. De outro ângulo eu posso ainda ser uma garota, “just a kid” posando de adulta. Mas quando a gente sabe que realmente já cresceu? E será que existe mesmo essa separação entre o mundo jovem e o adulto?
São tantas as experiências que contribuem pra essa transição: formatura, casamento, nascimento dos filhos, carreira, morte de pessoas queridas… Tudo isso nos faz crescer e amadurecer, mas isso significa que devemos abrir mão de nossa verdadeira essência? Eu tenho visto tanta gente mudar, se tornar materialista, se preocupar em parecer bem sucedido. Tenho visto gente da minha idade falando uns com os outros com tanta falsidade, reproduzindo os diálogos dos quais tanto faziam gozação.
E eu me questiono se isso é mesmo necessário. Por não saber como nos portar nesse novo mundo adulto, a gente tende a reproduzir o comportamento de outros adultos. Veja por exemplo no trabalho, a gente perde a liberdade de ser impulsivo, criativo, sincero, tudo tem que se enquadrar no perfil profissional, empresarial, corporativo (a não ser que você seja um artista é claro, mas isso é bem mais raro). E quem foi que determinou tudo isso? Como foi que nós nos tornamos nossos pais? Sendo muito gentis com as pessoas que não suportamos, sempre parecendo ricos, felizes e saudáveis? Tendo vergonha de adimitir alguma falha, anunciar um divórcio ou gravidez fora de hora? A quem nós realmente devemos satisfação?
É claro que crescer também tem seu lado positivo, de ver sonhos realizados, relacionamentos concretizados, filhos criados, carreiras estabelecidas. Mesmo ainda com certa apreensão sobre o futuro, as coisas já estão mais ou menos encaminhadas, não dá pra ser muito diferente.
Crescer também nos torna mais humanos e simpáticos com outros adultos. Eles não sabem tão mais que a gente, eles são tão inseguros como nós, eles também estão reencenando os papéis dos que vieram antes deles. Me faz pensar naquela música do Legião Urbana que diz que seus pais “são crianças como você, o que você vai ser quando você crescer.”
O fato é que crescer nem sempre é fácil, mas ser criança também não é! A diferença é que não temos mais ninguém pra cobrir nossos erros, tomar decisões por nós, assumir as responsabilidades. Crescer na verdade é isso, não é se tornar uma adulto, pai de família, bem sucedido. É tomar conta da nossa vida, decidir quem vamos ser e aceitar as consequências de tudo isso. E mesmo quando falharmos, reconhecer que estamos falhando nós mesmos e não a expectativa do que se espera de nós.

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abril 21, 2006

Oh I almost forgot!

HAPPY BIRHTDAY QUEEN ELIZABETH!!!
LONG LIVE THE QUEEN!!!


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abril 21, 2006

I hate fridays!

Eu sei que parece absurdo, afinal pra muitos a sexta-feira já é fim de semana, tem o happy hour, o trabalho acaba mais cedo e tal. Mas pra mim ultimamente as sextas têm sido o pior dia da semana, veja bem, eu posso explicar: primeiramente é aquela sensação de que mais uma semana passou e eu não consegui fazer tudo o que eu queria (e eu sempre quero fazer mil coisas em uma semana só!).
Depois tem muito haver com meu horário de trabalho, na sexta eu trabalho de 11:30 às 5:00. Eu acabo acordando cedo como de costume e mesmo assim não é uma manhã muito produtiva, a não ser quando tem um pia de louça pra lavar! Ainda por causa do meu horário de trabalho eu tenho que almoçar antes de sair de casa ou esperar meu intervalo às 2:00. Ah, e o meu intervalo é de apenas meia-hora, logo não dá tempo pra fazer muita coisa além de um lanchinho rápido.
Outro defeito da sexta-feira é a ansiedade que paira sobre o que fazer no fim de semana, eu fico sempre tentando ter tudo mais ou menos planejado na sexta-feira e daí acaba muitas vezes sendo estressante, não que eu seja lá a companhia mais requisitada de Ottawa, mas nem sempre consigo atender a todos os amigos… Sorry guys!
Ainda tem o problema de tentar aproveitar a sexta-feira como fim de semana, coisa que todo mundo acaba fazendo e muitas vezes se arrependendo. Como combinar uma saidinha pra depois do expediente. Pior ainda se você sai direto do trabalho pra tal da saidinha, você está cansado, com fome e acaba indo dormir muito tarde e logo acordando tarde no sábado e daí vai. Essa saidinha da sexta pode atrapalhar totalmente seus planos de sábado, principalmente (mas nem tão infelizmente) se seu plano inclui fazer a faxina semanal. Afinal quem gosta de acordar cedo no sábado pra arrumar, espanar e aspirar? Não tem ressaca que aguente.
Se eu acabo não saindo na sexta ainda tem o problema de não ter nada bom na TV, afinal meus seriados preferidos estão dIstribuídos entre segunda, terça e quarta. Ficando em casa eu também não quero ter que cozinhar nada (afinal já é fim de semana, a gente deveria estar comendo fora!), então acabo recorrendo à alguma pizza congelada ou outra guloseima nada “light.” Logo, além de tudo a sexta-feira também é culpada por eu estar mais gorda!
Por tudo isso, eu lanço aqui o “movimento anti-sexta-feira,” o qual reinvindica que toda sexta-feira deve ser feriado (já ouvi alguma coisa semelhante relativa à segunda-feira), tenho certeza de que mesmo aqueles que gostam da “dita cuja” hão de concordar comigo!